Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Pois bem, é certo e sabido que não há receitas infalíveis, métodos perfeitos ou procedimentos imbatíveis. Mas o que o nosso País atravessa é também uma crise de confiança. Quem se nortear por índole de tecnocracia, certamente que terá um grande sucesso na matemática, mas de Pessoas e da condução eficiente do destino individual e coletivo das mesmas, não será a sua especialidade certamente.

Assim, o nosso país precisa de medidas que coadunem padrões de comportamento. Não podemos nem devemos continuar a gastar mais do que ganhamos, continuar a fazer da fuga aos impostos um jogo quotidiano, pensar em comprar tudo de fora. É necessário produzir mais para nós mesmos, diminuindo a proporcionalidade negativa da nossa balança comercial. Menos importações e mais exportações. Ganha-se em dinheiro, em qualidade de produtos e aumentam-se a criam-se mais postos de trabalho.

Em consonância com tudo isto é fulcral investir no acréscimo de um Estado Social. O pior que pode suceder a uma sociedade no seu caminho de desenvolvimento é o acréscimo das desigualdades. Não pode continuar a aumentar o fosso entre os que são pobres e os que são ricos. Uma classe média estável é o garante de uma sociedade. Assim, é preciso um mínimo que garanta a dignidade da pessoa humana. O combate à pobreza deve ser essencial e muito atuante. O acesso à educação, ao ensino, aos cuidados de saúde para todos deve ser prioridade. Só uma sociedade informada, bem cuidada pode progredir. Sem despesismos, investir nestas áreas tem retorno garantido. A população assim estará muito melhor preparada para fazer face às dificuldades que existem.

E muito importante, é necessário criar emprego, seja no apoio aos privados que deem condições dignas e corretas aos seus trabalhadores, seja no apoio aos cidadãos proactivos e com grande capacidade de superação, a criação de novos postos de trabalho é essencial. Investir em áreas de futuro, cimentar a boa prática de pagamentos, a tempo e horas, de modo a que o dinheiro continue o seu fluxo de circulação é primordial!

E é crucial ter esperança, acreditar e muita vontade! Pensamento positivo, o importante numa maratona não é de onde se parte, mas em que lugar se chega, e nós, como povo temos capacidades enormes!

 

publicado por joao e castro às 11:27

Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

Liberdade, essa palavra que de tão pequena diz tanto e tanta coisa. Nós, Homens e Mulheres, filhos de uma liberdade renascida, não sabemos viver sem ela. A nossa principal essência, será certamente, a medida da nossa liberdade. Perguntai às feras enclausuradas em jaulas, se o que mais sentem é fome, sede, se ficam felizes por há partida estarem em segurança, ou se o nada que é tudo lhes falta. Feras em jaulas, são como flores sem pétalas, não são livres, estão presas além do cárcere do seu corpo, estão limitadas pelo cárcere físico que prende a sua alma! E quando, por breves trechos, lhes abrem a porta de uma liberdade fingida de espectáculo, ou estão castradas por medicação ou então não obedecem ao que lhes é proposto. Assim, tal como as feras num circo, é a vida mundana. Só damos o real valor à liberdade, se a perdemos e quando por instantes essa medonha vicissitude nos aflora à alma, aí sim juntamos liberdade e responsabilidade e colocamos a cereja no topo do bolo, que é a felicidade! Nesta altura, em que a data das datas, o retomar da condução como seres principais do nosso destino se realizou, em 74, altura de enaltecer e agradecer este maravilhoso estado de alma que é sermos livres e sermos por nós mesmos! Um bem haja a todos, que continuemos passo a passo, a cultivar momentos de entusiasmo vivenciado!

publicado por joao e castro às 10:00

Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Há uns meses atrás, numa entrevista ao Povo de Fafe, que me deu um orgulho imenso, disse que a política era um tabuleiro de afetos.

De fato, qualquer ator público no modos vivendi da sociedade atual, por mais que os nobres valores da cidadania e da convivência social altruísta e galvanizadora infelizmente, se vão esbatendo, deve primar por quadros base que não pode nem deve substituir. É necessário e preponderante uma cooperação quanto mais próxima melhor, entre os decisores e os restantes cidadãos. Um cidadão esclarecido, empenhado, ativo e cooperante será o maior alicerce de uma governação justa, correta, imparcial e estruturada. A cidadania participativa, em que cada um representa sempre mais do que a soma das partes, é crucial.

Deve pois o Homem político (que são todos os Homens e Mulheres, dada a vivência em sociedade), pautar pelo exemplo e pela retidão de comportamentos. Na ajuda ao próximo, na feitura e preparação de projetos sustentados de realização e atividade a curto, médio e longo prazo. A potencialização de obras comunitárias através de um engrandecimento da carga identitária, que passem por uma abrangência sempre pautada pelo incremento da qualidade de vida e pelo índice de satisfação per capita são também apoios base no processo de uma sociedade pautada pela excelência.

A consciência social e ética e o empenhamento de um número crescente de pessoas devem levar a uma progressiva consciencialização e a múltiplas reflexões e debates, muita investigação e trabalho de equipas pluridisciplinares e multiculturais, muita imaginação e realismo para ir descobrindo e implantando novas formas organizativas, novos modelos económicos, sociais e culturais que permitam ir alcançando resultado satisfatórios para todos, e principalmente para os excluídos da sociedade.

Daí a política de afetos em que o garante da educação, da tolerância, do civismo, da afetividade baseada no respeito e cooperação estão sempre em presença. É imprescindível que todos tomemos consciência das realidades e assumamos a nossa participação no desenho e construção do futuro da nossa casa, da nossa comunidade, da nossa terra!

 

publicado por joao e castro às 17:09

Domingo, 01 de Abril de 2012

Houve um tempo em que no Verão fazia sol e no Inverno chovia! Nessa altura, as estações do ano eram quatro, cadenciadas e repetidamente iam discorrendo as suas características.

 Na Primavera as flores começavam a desabrochar, os insetos a voar mais alegremente, quase como anjos a espalhar o mel das suas asas de flor em flor. Os riachos começavam a sorrir, o reflexo do sol contra a água provocava, as árvores iniciavam o seu ritual de ornamentação.

Verão essa altura da exaltação! As temperaturas começam a subir. O Sol que é amigo, vem agora queimar, ser por vezes incomodativo. Tempo de praia, de vivências e recordações. O relógio no seu ritmo sempre igual parece por vezes atrasar os ponteiros, nesse Agosto, período de férias para tanta gente. Palavra mágica para alguns. Agosto, o mês em que quase o país desacelera!

Outono, essa estação que antes de ser já o era. A folha cai e a saudade fica, mas as ruas calcorreadas por uma veste agora diferente convidam à reflexão. Clima de recuperação, de rejuvenescimento. A luz começa a eclodir num diâmetro dissemelhante, a refração é difusa e a objetiva penetrante. Esta quadra é por definição a continuação de algo, um projeto em trânsito, uma jogada de xadrez que antecede o xeque-mate.

Por fim, o Inverno, a queda, a redenção, o descobrir beleza em algo que apresenta uma só tonalidade. A chuva bate paulatinamente numa vidraça, carregando consigo o sal do mar. Olhar em frente, no horizonte, Inverno é a quadra do recomeçar. Em frente, de cabeça erguida, verde de esperança, azul de crença, como assim o é a cor do mar!

Talvez esta possa ser uma forma de pintar um quadro com palavras! Usar a escrita, tentado substituir uma nobre Arte como o é a pintura. As palavras têm também essa bênção. Por mais que uma porta esteja fechada e a chave não se encontre por perto, vocábulo que é vocábulo verá sempre não por entre a fachada mas sim em todo o seu momento!

 

publicado por joao e castro às 13:32

Quinta-feira, 01 de Março de 2012

Aquando da altura de se criarem laços, nessa ponte área de empatia e de bonomia, importante é apostar nas pessoas e na possibilidade de se juntarem afectos! Quando há um primeiro contacto, uma abordagem iniciativa, a primeira pedra filosofal é a imagem. Aparência é o alicerce de uma construção mental, de um retrato robot, desde logo apreendido na memória das gentes. Será e é para ver e ser vista como a capa que protege o corpo, o embrulho que encerra a prenda. A aparência trabalhasse e controlasse e a breve prazo é profundamente válida.
Neste ponto, uma relação superficial está criada! Tal como na ciência exacta que alguém ousou chamar de matemática, 2 mais 2 são quatro, e boa aparência com boa imagem, formam um casamento feliz.
Depois, com o tempo, esse irmão gémeo inseparável na vida de qualquer pessoa, a aparência vai se esbatendo em grau de preponderância. Ela parece que já não chega, que falta algo mais, um passo em frente, uma construção sustentada ou um sonho enriquecido.
Então, o comportamento e a atitude começam a ser tidos em conta. Um gesto, uma palavra, algo que saiu e não se cria, aos poucos ou de forma célere, tais são as circunstâncias da vida, as afinidades intelectuais podem vir ao de cima e dai criar-se uma amizade. Essa relação perfeita, duradoira e com a possibilidade de se tornar imutável. Ter um amigo é um verdadeiro tesouro, um terceiro pulmão, um segundo coração, um querer polvilhado de felicidade.
Mas tal como numa maratona, a meta quando está ao alcance de forma quase inconsciente até faz com que o cansaço repouse de uma forma um tanto ao quanto natural. Ulteriormente a algum tempo, deparamos nos com a diferença, a subtil dissemelhança entre amizade e amor. Esse sentimento tão definido quando indefinido, esse pulsar de uma não razão feito que é na sua essência uma nobreza compactada de um altruísmo desmedido.
Poderia ser esta uma breve resenha da condição humana, esse caminho do Homem enquanto age deixando de ser escravo das necessidades para finalmente ser livre. As condições humanas variam de acordo com o lugar e o momento histórico onde nos inserimos. Nesse sentido todos somos condicionados, até mesmo aqueles que condicionam o comportamento de outros. Pois são também condicionados pelo próprio movimento de condicionar.
Daí a importância da confiança! Esse fio condutor que faz com que nos importemos com o inicio e o fim mas não com o processo de chegada. Quando se deixa de analisar se um facto é ou não verdadeiro e se entrega essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente a considera como aprovada em plenitude. Viver e saber viver com abrangência e veracidade são a chave que abre o portão da qualidade de vida humana.
Poderá ser este o nosso juízo em relação ao nosso Concelho! Com responsabilidade, abrangência, convicção e sensibilidade, devemos cada um de nós sermos actores principais do nosso destino, por uma cidadania activa!

publicado por joao e castro às 20:42

Quarta-feira, 08 de Fevereiro de 2012

 

         Fafe está uma bela cidade! Tem evoluído bastante. Num caminho sereno e palmo a palmo, carregado de sucesso! Não se vive o stress e a confusão das grandes cidades. Estamos perto de tudo, com excelentes vias de comunicação! Actualmente respira-se confiança e felicidade, pilares da vivência humana!

         Por esta altura, às portas do mês de Junho, encontra-se mais cosmopolita, limpa e organizada. Com uma programação cultural diversificada e sustentada, dá gosto viver nesta cidade!

         Caracterizada por espaços amplos, muito agradáveis para se passear e/ou simplesmente contemplar. Local de encontros e reencontros, esta cidade personifica-se num constante borbulhar de actividades, aqui e ali pincelada com a bela arquitectura brasileira.

         Agora que a mãe-natureza desponta também, a paisagem fica sobejamente enriquecida! Natureza esta, que pode ser sentida mais vivamente nas nossas terras altas. Como é agradável ir ao seu encontro! Beber das águas límpidas e cristalinas da Fonte da Pedreira e trilhar caminhos de uma natureza um pouco agreste, mas maciça e imponentemente tranquilizadora!

         Num golpe de asa, vivencia-se um sorriso mais estampado no rosto das pessoas, os pássaros pousam nos beirais, não se fala de um já foi, mas sim de um é e um há-de ser!

         Fafe é um paradigma da consonância. Harmonia cara e perspicaz, há um rumo que está a ser seguido, um caminho continuado a trilhar, uma esperança que comporta além de fé, convicção.

         Hoje a nossa cidade não é mais um Fafezinho, mas sim um Fafe de corpo e alma, enriquecedor e transcendente. O equilíbrio entre a possibilidade e a tentação é por demais constatado e assegurado.

         Hoje tal como no futuro, é e será um orgulho habitar este aglomerado populacional em que as pessoas não são vistas como números mas sim entes plenos, respeitados e respeitadores, ouvidos e compreendidos, facultando assim um percurso laborioso continuado na senda do sucesso!

publicado por joao e castro às 13:12

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

Por entre as margens da vida, uma amiga aconselhou me a leitura de um livro. De forma atendível e de agradecimento comecei por calcorreá-lo. A obra chamasse “. A Saga de um Pensador…” e o seu escritor é Augusto Cury. De facto, esta produção literária é magnífica!

Fala um pouco do tudo e do nada. Da diferença entre passar pela vida e vivê-la. Tendo por base a máxima célebre e verdadeira, que não faças aos outros o que não gostavas que te fizessem a ti, estas páginas da história perspectivam-se como um contínua construção de valências e de significados. No tempo em que vivemos, e nesta altura em que os valores e a ética por vezes parecem estar fora de moda, é importante ressalvar o quão crucial é adoptar uma correcta conduta. Não vale a pena ter medo de um problema, visto que na sua essência é uma oportunidade a que haja uma resolução e se adopte um caminho escorreito e de melhor produção. Apesar de maiores ou menores dificuldades a natureza terá de ser sempre a positividade, e o trabalho cadente de uma perspectiva em que tudo irá correr melhor.

Há que dar valor aos pequenos, grandes prazeres da vida, que muitas vezes de tão banais quase que não são reconhecidos na sua ampla preponderância. Mas a sua continuidade e existência, fazem deles, cordas que prendem a alma e dão alimento aos sentidos. Há que prezar a Humanidade, num humanismo que nos faça sentir gratos por fazer parte de um puzzle de milhões e milhões de peças em que qualquer falta põe em causa o produto final.

Caminhar de cabeça erguida, percorrendo e apontando à realização dos nossos sonhos, dando provimento, ao fruto, à vontade (essa maior força motriz existente) e à memória. Perdoando, reformulando e recriando, pretendendo fazer do viver, uma tela em mutação, de cores garridas e absorventes, na tentativa de entre o sol e a chuva, a paisagem estar sempre repleta de muitas cores.

publicado por joao e castro às 09:53

Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Neste relógio cadente que é a vida, muitas vezes comparamos o que as crianças têm de tão especial. Que são verdadeiras, curiosas, puras. Contudo com o processo natural de envelhecimento julgo que existe uma característica psicológica que nos diferencia sempre. Esta sim, uma pedra basilar. Um adulto pode ser verdadeiro como uma criança, pode ser puro, pode ser curioso. Mas um adulto, por virtude da experiência de vida em maior ou menor grau, nunca será tão espontâneo como uma criança. Assim, além de fisicamente irmos envelhecendo. com o passar dos momentos, vão tornando-nos menos espontâneos. Ao contrário de uma criança!!!!!!

publicado por joao e castro às 20:40

Sábado, 14 de Janeiro de 2012

Era uma vez um país cheio de História, polvilhado de gentes de grande superação, mas que teimava em permanecer no marasmo e em adiar o mérito que lhe pertence. Estes poderiam ser um pouco mais ao menos, os vocábulos inerente, aquele que é o estado do nosso país. Portugal anda triste! Isso notasse no calcorrear das pessoas, olhando às vezes no vazio e teimando em pensar em algo que já não existe. É urgente, uma revolução de mentalidades! Basta, o chico espertismo, basta o adiar das nossas potencialidades. A corrupção é um enxame que tem de ser combatido sem trégua. Nós temos tudo. Um povo simplesmente fantástico e pronto a dar a volta às situações difíceis, recursos naturais e uma geografia simpática. Que se acabem as vitórias morais, as vicissitudes do destino ou os agravos do Fado tão Português.Nós somos tão bons ou melhores que qualquer outro povo do Mundo. Há que lavar a cara, andar na rua de cabeça erguida, olhos no futuro com trabalho, com alma e sem ter receio de reclamar, de lutar, de erguer barreiras contra a pandemia que se instalou, de que no nosso país o caminho mais fácil é sempre o melhor! Que não sejamos mais um país adiado! Não permitamos isso, e se nos disseram que não, que não é assim, que não valemos nada, respondamos com indiferença e prossigamos em frente, rumo ao nosso rumo e à nossa página da História! Sim Portugal, nós vamos conseguir!!!!

publicado por joao e castro às 11:46

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

 A vida é por inerência o lugar da planificação da construção. Poderá ser considerada como uma perpétua engenharia, uma Babel de entroncados que da desconstrução resultam na forma. Tal como uma série de quadros, os actos que formam o todo deste novelo de lã da existência. Hoje como sempre o essencial está no conteúdo e na essência e não na tentativa exacerbada de obter algo em proveito pessoal. É certo e sabido que quem semeia sem o intuito de colher, acaba por receber muito mais do que alguma vez imaginava.

Participar, entrar activamente em algo só tem razão de ser se tiver por base um espírito altruísta, solidário, de paixão e realização. Apenas tendo como combustível algo que realmente se gosta, encarando o que se faz como potenciador da melhoria de vida das pessoas, é que a vertente do sucesso é atingida. Como referia o vocalista dos U2, Bono , em Belfast “. Obrigado por me deixarem fazer aquilo que eu gosto, e me pagarem e agradecerem por isso…”

Infelizmente muitos não levam a sua vivência no que é essencial. Importam-se em saltar barreiras sem olhar como nem a quem. A sua vaidade ou algo mais fazem com que se emproem em vestes de aparência, que com o tempo se vai esbatendo. O tempo é sempre o melhor quadrante analítico. Ele não engana. Mais tarde ou mais cedo, a verdade vem ao de cima.

Esta resenha, no âmbito, da presença em Fafe, da fadista Carminho. Que proferiu, assim a breve trecho e com algumas adaptações da parte aqui do escriba o título deste texto. Naquelas que são designadas por conversas íntimas (iniciativa de louvar com uma profundidade fantástica), reflectir sobre isto fez-me profundamente bem. Como é bom dizer tanto com tão poucas palavras. E como elas são néctar do nosso quotidiano. Que tenhamos sempre sumo dentro de nós!

publicado por joao e castro às 12:15


mais sobre mim
pesquisar
 
Maio 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


Últ. comentários
gosto muito amigo!
muito bem joão!
é preciso que haja sentimento e verdade pelo sitio...
obrigado elisa. o meu email e joninhas15@gmail.com...
a vontade é muito importante. não conhecia o teu b...
grande livro joão!
Afinal não tenho o teu email mas cheguei ao blog, ...
obrigado tiago. é verdade há bastante tempo que aq...
Muito bom o texto. Já há muito tempo que não actua...
Artigo com muito interesse, porém com alguns erros...
subscrever feeds